Sorrisenses arrumam as malas e se rendem as belezas de Alter do Chão, no Pará

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Sorrisenses arrumam as malas e se rendem as belezas de Alter do Chão, no Pará

JKNOTICIAS COM G1   

08 de Janeiro de 2020 as 08:54

Internet

Os sorrisenses estão se rendendo as belezas naturais das famosas praias de Alter do Chão, em Santarém, no oeste do Pará. Local que está entre os destinos mais procurados para viagens no Brasil.

Mesmo antes do total asfaltamento da BR-163 os sorrisenses e mato-grossenses já procuravam o destino paraense que virou rota de férias e destino de varias que procuram diversão com paisagens naturais.

A viagem saindo de Sorriso-MT dura cerca de 20 horas.

A eleição os Melhores Destinos para 2019 foi realizada pelo sexto ano consecutivo pelo Viagem, promovida pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

Com um total de 25 votos, o Peru foi o grande vencedor, isolado na liderança. Foi seguido pela Croácia e pela cidade do Porto, em Portugal, ambos com 22 pontos. Nas redes sociais, a Croácia levou a melhor. Pela ordem, aparecem, Lençóis Maranhenses, Japão, Islândia, Sudeste Asiático, Alter do Chão, Egito e o Ceará.

Alter do Chão tem 260 anos. A vila, com seis mil habitantes, é famosa pelos seus atrativos e riquezas naturais que encantam brasileiros e estrangeiros. Alter é a primeira entre os 10 lugares com as praias mais bonitas do Brasil e o mais bonito do mundo com praias de água doce, segundo o jornal inglês The Guardian.

De clima equatorial, quente e úmido, Alter do Chão tem praias águas claras e areia fina e branquinha, às margens do rio Tapajós, sendo um dos principais pontos turísticos de Santarém. O local é conhecido como o ‘Caribe Amazônico’ e está entre os roteiros de viagens, principalmente nas férias.

Perfeita para relaxar, a praia possui um cenário paradisíaco e guarda uma beleza única. A vila é indicada pelo Ministério do Turismo como local que vale a pena conhecer. O lugar é ideal para aproveitar o ‘verão amazônico’, que ocorre entre os meses de agosto a dezembro. De janeiro a julho, a ilha praticamente desaparece.

História

Alter do Chão foi fundada em 6 de março de 1626, pelo português Pedro Teixeira. Em 6 de março de 1758, foi elevada à categoria de vila por Francisco Xavier de Mendonça Furtado, então governador da capitania do Grão-Pará, durante o Brasil Colônia.

Alter foi local das missões religiosas, comandadas pelos jesuítas. Até o século XVIII, a vila era habitada majoritariamente pelos índios Borari. Desde a década de 1990 até os dias de hoje, o atual distrito aposta no turismo para alavancar a economia local.

A vila fica distante aproximadamente 37 quilômetros de Santarém. O acesso se dá pela rodovia estadual Everaldo Martins, a PA-457, totalmente pavimentada. Outra maneira de chegar até a vila é pelo rio Tapajós, de barco ou de lancha.

A viagem dura em média 45min de carro e 3h pelo rio. Na vila, existem hotéis e pousadas e um albergue. Os preços das diárias variam a cada período do ano, durante os eventos tradicionais, os valores aumentam consideravelmente em algumas hospedarias.

Carnaval, Festival Borari e Sairé

Visitantes do Brasil e do mundo movimentam a vila no período do Carnaval do Mela Mela - uma brincadeira de espuma e amido de milho que anima os foliões, e no Festival Borari - festa indígena que mantem a identidade cultural da vila.

Visitantes do Brasil e do mundo movimentam a vila no período do Carnaval do Mela Mela - uma brincadeira de espuma e amido de milho que anima os foliões, e no Festival Borari - festa indígena que mantem a identidade cultural da vila.

Culinária

Os pratos mais procurados pelos visitantes são aqueles feitos à base de peixe. É o ponto forte da vila e não podem faltar no cardápio dos restaurantes. Entre as espécies mais preferidas estão o tucunaré e tambaqui.

Os doces a base de frutas regionais também são destaques. Outros pratos, como o tacacá, vatapá, pato no tucupi, maniçoba e bolos tradicionais despertam o paladar dos visitantes de todas as regiões do mundo.

 



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