Sorriso: (Vídeo) Morador do Residencial Porto Alegre encontra escorpião embaixo de chinelo dentro de casa; Animal foi morto

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Sorriso: (Vídeo) Morador do Residencial Porto Alegre encontra escorpião embaixo de chinelo dentro de casa; Animal foi morto

JKNOTICIAS   

17 de Outubro de 2019 as 09:38

JKNOTICIAS

Um morador do Residencial Porto Alegre encontrou por volta das 19:30h desta quarta-feira (16/10), um escorpião dentro de sua residência. Fredson publicou um video em seu perfil, no Facebook.

Segundo Fredson, o animal foi encontrado quando ele estava se preparando para sair e foi pegar o chinele, e o animal estava embaixo.

Com medo que o animal picasse as outras pessoas da casa o escorpião foi morto.



É preciso ter bastante cuidado ao encontrar algum animal deste tipo. É sempre recomendado chamar os bombeiros, que estão aptos a lidar com esta situação.

Eles são pequenos, entre 10 e 12 cm, discretos, noturnos e tímidos, preferindo se esconder em lugares escuros e úmidos, como pilhas de entulhos, frestas em casas, roupas e calçados. Mas quem pisar neles terá uma experiência muito dolorosa e desagradável. Os escorpiões são aracnídeos, que compreendem cerca de 2 mil espécies no mundo e 130 no Brasil, das quais apenas quatro são responsáveis pela maior parte dos ataques a humanos no país - que não são poucos e vêm crescendo.

A quase totalidade desses acidentes é causada pelas quatro espécies mais conhecidas: escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), escorpião-amarelo-do-nordeste ou escorpião-do-nordeste (Tityus stigmurus), escorpião-preto (Tityus bahiensis) e escorpião-grande (Tityus obscurus). Segundo a bióloga Denise Candido, do Laboratório de Artrópodes do Instituto Butantan, entre e 80% e 90% das picadas registradas no Brasil são das duas primeiras dessas quatro espécies.

As causas para o aumento do número de acidades envolvendo escorpiões são bem conhecidas. "Isso certamente está relacionado ao crescimento populacional desse artrópode, que se adaptou muito bem ao ambiente urbano, onde encontra abrigo, alimento, e pouco inimigos naturais", explica o biólogo Antonio Carlos Lofego, do Departamento de Zoologia e Botânica da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em São José do Rio Preto.

Denise diz que esse aumento do número de escorpiões e, consequentemente, dos acidentes, se deve ao crescimento urbano desordenado, com as cidades se expandindo a custa de desmatamentos. "Esses animais estão onde sempre estiveram, onde eles ocorrem naturalmente", explica. "Além de abrigo, eles encontram no nosso lixo muitas baratas, que são suas presas. Nessas condições, eles podem se reproduzir com muita facilidade."

 



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