A vereadora Jane Delallibera procurou a polícia para denunciar que vem ocorrendo alguns descasos na atual gestão do município, na área da saúde, e ela, como vereadora, denunciou essa situação e fez um requerimento para “auditoria na UPA” e que, após o requerimento ser aprovado, ela estaria sofrendo represálias.
Segundo Jane, no dia 26/06/20250, ela participou de uma reunião para falar a respeito de uma denúncia que tem em seu desfavor, na qual uma médica da UPA a denunciou na câmara. Por conta disso, foi chamada para tal reunião, e na reunião ocorreu uma discussão entre a vítima e o assessor jurídico especial da câmara, Dr. Fernando Macarello.
Ainda segundo a vereadora, após a denúncia, ela vem sofrendo pressões por parte do presidente da Câmara, Rodrigo Matterazzi, do corregedor da Câmara, Emerson Farias, e do assessor jurídico Fernando Mascarello.
Nesta quinta-feira, os vereadores Rodrigo Materazzi E Emrson Faris emitiram uma nota conjunta, que foram pegos de surpresa com a denúncia e com o conteúdo da denúncia.
NOTA CONJUNTA DE ESCLARECIMENTO
Sorriso-MT, 28 de agosto de 2025.
Os vereadores Rodrigo Matterazzi e Emerson Farias, em resposta às recentes acusações que buscam questionar a lisura dos trabalhos desenvolvidos na condução da Mesa Diretora e na administração desta Casa de Leis, vêm a público esclarecer que foram surpreendidos não apenas pela existência do Boletim de Ocorrência, mas principalmente por seu conteúdo inverídico, o qual repudiam de forma veemente.
Esclarecem que todas as denúncias e procedimentos disciplinares instaurados pela gestão são e sempre foram conduzidos com estrita observância aos princípios da legalidade, impessoalidade e do necessário sigilo processual, seguindo rigorosamente as competências de seus cargos e as obrigações impostas pelo Regimento Interno, pela Lei Orgânica do Município e pela legislação pertinente.
A atuação dos vereadores vai no sentido diametralmente oposto das alegações apresentadas e rechaça qualquer insinuação de que seus atos possam ser considerados, em qualquer hipótese, coação ou intimidação. As imputações feitas são uma clara tentativa de deslegitimar o exercício regular das atribuições e de intimidar os agentes públicos que cumprem seu dever funcional.
O comportamento adotado pela vereadora apenas reforça seu desapego à verdade e à lealdade institucional e fortalece os questionamentos que motivaram a apuração inicial de sua conduta, que se apresenta incompatível com o decoro exigido pelo cargo.
Cabe ressaltar que a atuação do Assessor Especial no referido processo foi estritamente técnica e auxiliar, conforme solicitado pela Corregedoria e pela comissão de vereadores responsável e autorizado pelas vias institucionais competentes.
Manobras que visam criar constrangimento e desviar o foco da apuração dos fatos não serão toleradas. Diante disso, os vereadores informam que tomarão todas as medidas legais cabíveis para a completa elucidação do ocorrido e para a defesa da legalidade e da Ordem na Casa de Leis.
Os vereadores reafirmam seu inabalável compromisso com a transparência, a ética e o devido processo legal e não se furtarão a apurar qualquer denúncia, independentemente de quem seja o alvo, e não cederão a tentativas de retaliação que visem obstruir os trabalhos do Poder Legislativo.
Continuarão a agir com a seriedade, retidão moral e a firmeza que a população espera de seus representantes.
Atenciosamente,
Assessoria de Rodrigo Matterazzi.
Assessoria de Emerson Farias.