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    STF julga nesta semana sorrisense e mais 9 matogrossenses por invasão em Brasília

    Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) darão hoje (5) o veredicto para dez matogrossenses envolvidos nos atos de vandalismo às sedes dos Três Poderes, em Brasília, ocorrida no dia 8 de janeiro de 2023. A espera de mais de um mês se deu por conta do recesso forense, contudo, nesta segunda-feira, extingue-se o prazo para os membros da Suprema Corte depositarem seus votos na modalidade de julgamento virtual.

    𝐀𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚𝐫 𝐬𝐮𝐚 𝐎𝐏𝐈𝐍𝐈𝐀̃𝐎 𝐨𝐮 𝐂𝐑𝐈́𝐓𝐈𝐂𝐀, 𝐟𝐚𝐜̧𝐚 𝐬𝐞𝐮 𝐏𝐈𝐗, 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐮𝐝𝐞𝐫, 𝐞 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐞 𝐨 𝐉𝐊𝐍𝐎𝐓𝐈𝐂𝐈𝐀𝐒.𝐂𝐎𝐌 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐫 𝐭𝐞 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐝𝐨. 𝐅𝐚𝐜̧𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐃𝐨𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐇𝐀𝐕𝐄 𝐏𝐈𝐗: 𝟐𝟖.𝟏𝟓𝟏.𝟐𝟗𝟕/𝟎𝟎𝟎𝟏-𝟎𝟓 𝐑𝐀𝐙𝐀̃𝐎 𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀𝐋: 𝐌𝐈𝐃𝐀𝐒 𝐏𝐔𝐁𝐋𝐈𝐂𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄 𝐄 𝐌𝐀𝐑𝐊𝐄𝐓𝐈𝐍𝐆

    Eles podem ser condenados com penas que variam de 14 a 17 anos de prisão. Nessa fase, estão sendo julgados os matogrossenses: Walmir Blazius (Sinop), o candidato a vereador pelo município de Cláudia, Adilson Damázio de Oliveira, Luciana Raimundo (Cuiabá), Empresário de Sinop, Sidersino Pereira do Nascimento; Marilete Pires Cabreira (Sinop), Maria Aparecida Feitosa, Marcos Raymundo Pereira, Genivaldo Carlos Ramos (Sorriso), Márcia Rosa Vieira (Cuiabá) e Ivanete Barbosa de Araújo Capelassi. Além deles, há ainda outros 19 brasileiros que estão sendo julgados.

    As ações penais são julgadas no plenário virtual, em que os ministros têm um período para votar remotamente. Cada processo é julgado individualmente, a partir de denúncias também individualizadas. Dos 29 réus que passaram os últimos meses na expectativa de um resultado no STF, nove são mulheres.

    Em seus votos, Moraes condenou todos os réus pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. Nas penas, o ministro propôs que 21 extremistas tivessem a pena máxima de 17 anos de prisão, enquanto que outros oito tiveram a pena sugerida de 14 anos. O relator também propôs o pagamento de 100 dias multa no valor de um terço do salário mínimo.

    Até o momento, esse é o maior conjunto de ações penais julgadas simultaneamente. Em julgamento virtual finalizado no último dia 24 de novembro, STF condenou a primeira mato-grossense, Rosely Pereira. Ao todo, o Supremo já condenou, em julgamentos presenciais e virtuais, 30 pessoas por envolvimento com os atos antidemocráticos, com penas que variam de 3 a 17 anos de prisão. Todos foram condenados também a pagar em conjunto uma multa moral coletiva no valor de R$ 30 milhões.

    A GAZETA


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