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Gasolina e gás ficam mais caros a partir dessa terça-feira (09/07)

A partir de dessa terça-feira (9), a gasolina está 7,12% mais cara para o consumidor no estado e em todo o país. O preço do litro do derivado do petróleo subiu R$ 0,20 e será comercializado a R$ 3,01 para as distribuidoras, conforme anúncio realizado pela Petrobras nesta segunda-feira (8). O impacto no preço da gasolina vendida ao consumidor final, que tem 27% de etanol em sua composição, deverá ser de R$ 0,15 por litro. Este é o primeiro reajuste do combustível realizado em 2024, disse a estatal por meio de nota. 

𝐀𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚𝐫 𝐬𝐮𝐚 𝐎𝐏𝐈𝐍𝐈𝐀̃𝐎 𝐨𝐮 𝐂𝐑𝐈́𝐓𝐈𝐂𝐀, 𝐟𝐚𝐜̧𝐚 𝐬𝐞𝐮 𝐏𝐈𝐗, 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐮𝐝𝐞𝐫, 𝐞 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐞 𝐨 𝐉𝐊𝐍𝐎𝐓𝐈𝐂𝐈𝐀𝐒.𝐂𝐎𝐌 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐫 𝐭𝐞 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐝𝐨. 𝐅𝐚𝐜̧𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐃𝐨𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐇𝐀𝐕𝐄 𝐏𝐈𝐗: 𝟐𝟖.𝟏𝟓𝟏.𝟐𝟗𝟕/𝟎𝟎𝟎𝟏-𝟎𝟓 𝐑𝐀𝐙𝐀̃𝐎 𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀𝐋: 𝐌𝐈𝐃𝐀𝐒 𝐏𝐔𝐁𝐋𝐈𝐂𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄 𝐄 𝐌𝐀𝐑𝐊𝐄𝐓𝐈𝐍𝐆

A última vez que a estatal havia modificado o preço do produto havia sido em 21 de outubro de 2023, quando houve redução de 4%. O último aumento ocorreu em 16 de agosto daquele ano (16%). No entanto, o valor cobrado pelos postos de combustível depende de cada varejista, uma vez que ainda são incluídos no valor as margens de lucro do comerciante e da distribuidora, além dos custos associados ao transporte. 

Gás de cozinha também sobe

Além da gasolina, a Petrobras também anunciou reajuste do preço do gás de cozinha, que subirá R$ 3,10 por botijão de 13 kg (9,81%) e passará a custar R$ 34,70. 

O diretor do Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo de Mato Grosso (Sindigás-MT), Alan Tavares, destaca que a majoração do gás para as distribuidoras deve afetar em cheio o bolso do consumidor, especialmente os das classes mais humildes. Ele estima que o custo do botijão ficará cerca de R$ 7 mais pesado para as famílias. 

Dessa forma, o GLP comercializado na região metropolitana de Cuiabá passaria a ter preço médio de R$ 128. No restante do estado, a tendência é que o produto seja vendido a R$ 143.

Isso porque o encarecimento da gasolina e do diesel impacta diretamente no frete, além da elevação de custos para as engarrafadoras e da alta de tributos federais e estaduais como PIS/Cofins e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Além de sufocar o consumidor, este aumento ainda não é suficiente para cobrir a defasagem das empresas, comenta o representante. 

O último ajuste no preço do gás de botijão havia sido feito em julho de 2023, quando houve queda (-3,9%). Já o último aumento (24,9%) foi efetuado em março de 2022.

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